Casa das Linguagens

8 Abril 2008

É já no dia 11 que termina o prazo para o envio de trabalhos para a revista “Casa das Linguagens”.

Não esquecer:Casa das Linguagens

  • Identifica claramente o seu autor;
  • As fotos devem estar sempre documentadas com um texto descritivo;
  • Todos os trabalhos devem ter um título;
  • Verifica os textos a fim de que não contenham gralhas ou incorrecções de qualquer natureza;
  • Envia os trabalhos logo que te seja possível.
  • Deixa os trabalhos na Biblioteca ou envia-os para linguagens@eb123-vila-cova.rcts.pt
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2 Responses to “Casa das Linguagens”


  1. Era uma vez uma linda e pobre camponesa chamada Juliana, que encontrou numa linda manha de primavera, próximo de um rio cristalino, um maravilhoso anel que era mágico.
    O anel estava na berma do rio, mas brilhava muito com os raios de sol que batiam no seu lindo diamante, então Juliana apanhou o anel e disse:
    – Que anel lindo, quem é que terá perdido esta preciosidade?
    – Vou para casa perguntar á minha mãe se sabe de quem o anel para eu o poder devolver.
    Então Juliana, foi a correr para casa, perguntar a sua mãe se conhecia.
    Chegou a casa e estava a sua mãe a preparar o jantar.
    Juliana, perguntou a sua mãe:
    – Mãe, olhe o que encontrei a beira do rio.
    – O quê? Perguntou a sua mãe.
    – Encontrei um anel. Respondeu a juliana.
    – Sabe de quem é?
    A mãe de juliana olhou para o anel com um olhar um pouco desconfiado.
    – Não. Respondeu a mãe.
    – Acho que não deves ficar com ele. Disse a mãe.
    – Mas porquê? Perguntou a juliana.
    – Você não sabe de quem é!
    – Mas não é por eu não saber de quem é, que tu tens de ficar com o anel, não achas que eu tenho razão? Perguntou a mãe.
    – Sim. Tens toda a razão do mundo, não devo ficar com ele sem antes saber de quem é. Respondeu Juliana.
    – Filha, eu acho que antes de ficar com ele deves saber se é de alguém. Disse a mãe.
    – Está bem, eu vou perguntar na aldeia. Disse juliana.
    No dia seguinte juliana perguntou a toda a gente da aldeia se tinha perdido algum anel.
    Mas ninguém tinha perdido um anel.
    Juliana estava cada vez mais convencida que o anel não era de ninguém era um tesouro do rio.
    Mas o que juliana não sabia nem imaginava que o anel era mágico, e sim era um tesouro do rio.
    Juliana chegou a casa e foi ter com a mãe que estava a costurar um vestido para juliana levar á festa da aldeia no sábado.
    Então juliana foi ter com a sua mãe e disse.
    – Boa tarde, minha mãe.
    – Boa tarde minha filha.
    – Então encontraste o dono do anel? Perguntou a mãe de juliana
    – Não. Respondeu juliana
    – Ninguém perdeu um anel. Disse juliana.
    – Sabe mãe começa a achar que o anel não é de ninguém, mas de um tesouro do nosso rio.
    – Não digas barbaridades, juliana. Disse a sua mãe.
    – Não é barbaridades, mãe.
    – Repara, o anel não tem dono, só pode ser um tesouro do rio. Disse juliana.
    – Juliana, a pessoa que o perdeu pode não ser daqui.
    – Já pensaste te nesse hipótese? Perguntou a mãe.
    – Por acaso não tinha posto essa hipótese. Respondeu juliana.
    – Vá lá esquece a história do anel, e vamos jantar, depois falamos disso, ta bem? Perguntou a mãe.
    – Ta bem, mas mesmo assim eu acho que há qualquer coisa de estranho com este anel. Respondeu a juliana.
    – Juliana isso são coisas da tua cabeça, não há nada de estranho com este anel. É apenas um simples anel. Disse a mãe
    Desde esse dia, Juliana nunca mais falou do anel, mas andava sempre com ele até que um dia…
    O anel levou-a até ao príncipe que quando viu juliana, ficou completamente encantado com a sua beleza, mas dizendo melhor ficou muito apaixonado.
    Juliana também ficou encantada com a beleza do príncipe.
    Juliana Ada vez achava mais estranho aquele anel, porque antes de ela ter encontrado o anel nunca lhe acontecia nada de bom, e desde que o encontrou só lhe acontecia coisas boas.
    Juliana estava completamente apaixonada pelo príncipe.
    Desde do dia em que o príncipe e juliana se conheceram nunca mais se deixaram de ver.
    Mas havia um pequeno problema, tinham de se encontrar as escondidas porque no reino onde os dois viviam era proibido uma pessoa do povo, como era o caso de Juliana se casar ou ter algum tipo de relacionamento com uma pessoa que um dia viria a ser rei, que era o caso do príncipe.
    Mas o rei achava muito estranho os desaparecimentos do príncipe, assim a meio do dia e todos os dias, e por isso mandou um dos seus soldados vigiar o príncipe, e ver onde ele ia e com quem ia.
    O soldado assim fez, até que um dia viu o príncipe e juliana juntos perto do rio, onde se conheceram.
    O soldado, foi logo para o castelo contar ao rei, que ficou furioso com a atitude do príncipe.
    Quando o príncipe chegou ao castelo, vindo do seu encontro com juliana, foi informado que o rei queria falar com ele.
    Então o príncipe lá foi a sala do trono onde se encontrava o rei.
    Então o príncipe disse:
    – Bom dia meu pai.
    – Bom dia meu filho. Respondeu o rei.
    – O que é que queria falar comigo? Perguntou o príncipe.
    – Soube que te andas a encontrar com uma rapariga camponesa é verdade? Perguntou o rei que foi logo directo ao assunto.
    O príncipe hesitou, mas depois disse:
    – Sim. É verdade.
    – Mas como soube de tal coisa?
    – Eu estava a achar muito estranhos os teus desaparecimentos, e então mandei um guarda para te vigiar.
    – Mas como foi capaz de por um guarda a vigiar-me?
    – Já sou grandinho e sei o que faço apesar de estar incorrecto.
    – Meu filho, foi para teu bem.
    – E alem do mais, tu não te podes encontrar com essa rapariga é contra, a lei que eu próprio criei.
    – Mas pai eu gosto dela e não vou deixar de me encontrar com ela.
    – Mas tu não podes meu filho.
    Mas o príncipe não queria deixar de ver juliana e então o rei e príncipe em conjunto arranjaram uma solução.
    Então passado alguns dias o secretário do rei comunicou a todas as pessoas, povo, nobreza, burguesia e clero que o rei tinha colocado uma nova lei que era a seguinte:
    Informa-se todas as pessoas que o rei criou uma nova lei.
    E a lei é, que uma pessoa rica se pode casar com uma pessoa pobre e virce – versa.
    Juliana quando ouviu esta notícia, ficou muito feliz.
    Passado algum tempo o príncipe pediu a mão de juliana em casamento e juliana aceitou.
    O príncipe e juliana casaram e foram viver para o seu próprio castelo.
    Quanto ao anel andava sempre com juliana que era agora uma princesa, mas nunca se descobriu de quem era, pensa-se que foi uma forma de juliana e o príncipe se encontrarem e viverem felizes para sempre, e não como juliana dissera toda a vida, que o anel era o tesouro do rio.

  2. Paulo Faria Says:

    Já fiz uma leitura ao teu texto e teremos que fazer umas correcções e alterações, sobretudo de palavras repetidas e tentar encontrar as palavras mais adequadas para cada situação.


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