Livro Digital

7 Maio 2009

Vejam o trabalho do João Costa da Rafaela Rodrigues do Pedro Ribeiro João Fernandes e da Sofia Vale.

Este ano pensei que poderíamos oferecer um livro às nossas mães.

Para isso sugiro que explorem esta ferramenta. Caso tenham dúvidas, deixem aqui um comentário.

Participem!

Entrem por aqui.

Depois de Madrid…

29 Março 2009

atochaYo moriría por mis ideas, pero no matería por ellas…

(uma das frases inscritas na Estação de Atocha)

Amor

12 Fevereiro 2009

Por sugestão do meu amigo Pedro, aqui fica um excerto do filme Moulin Rouge (Elehant Love Medoley).

Dia dos Namorados

12 Fevereiro 2009

Como tenho a certeza que o Dia dos Namorados é para todos vós uma data muito especial, pensei propor-vos uma actividade que fosse significativa, criativa e relacionada com a Língua Portuguesa. Porém, o tempo foi passando e, só agora mesmo, me ocorre uma actividade que será certamente motivadora.

Consiste, então, no seguinte: cada um vai seleccionar um poema, um parágrafo de um texto, cujo assunto tenha a ver com amor, amizade, partilha, sentimentos ou outro assunto que se enquadre neste campo semântico.

Claro que, se quiserem também podem apresentar textos da vossa autoria.

Aguardo com muita expectativa os vossos comentários.

[Como o Dia dos Namorados é já no próximo sábado, pelo que poderão apresentar os vossos trabalhos durante o fim-de-semana se assim o entenderem].

Santo e Feliz Natal

23 Dezembro 2008

Na Paz e Alegria do Espírito Natalício e do Novo Ano que se avizinha, enviamos aos nossos amigos este postal cheio de Luz , da nossa Cidade de Barcelos.

Um Santo e Feliz Natal.

Beijo

2 Outubro 2008

O último poema proposto pela Rita, tem por título Beijo,e é do poeta João de Deus.

Beijo
Beijo na face
Pede-se e dá-se:
Dá?
Que custa um beijo?
Não tenha pejo:
Vá!

Um beijo é culpa,
Que se desculpa:
Dá?
A borboleta
Beija a violeta:
Vá!

Um beijo é graça,
Que a mais não passa:
Dá?
Teme que a tente?
É inocente…
Vá!

Guardo segredo,
Não tenha medo…
Vê?
Dê-me um beijinho,
Dê de mansinho,
Dê!

Guardo segredo,
Não tenhas medo
Pois!
Um mais na face,
E a mais não passe!
Dois…

Oh! dois? Piedade!
Coisas tão boas…
Vês?
Quantas pessoas
Tem a Trindade?
Três!

Três é a conta
Certinha e justa…
Vês?
E que te custa?
Não sejas tonta!
Três!

João de Deus

Vinicius de Moraes

24 Setembro 2008

O Pedro descobriu toda a força e beleza das palavras de Vinicius de Moraes e, ao que parece, ficou mesmo fã. Podem ler vários poemas seleccionados por ele no seu blogue. Deixo “A maior solidão”.

A maior solidão

A maior solidão é a do ser que não ama.
A maior solidão é a dor do ser que se ausenta,
que se defende, que se fecha,
que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo,
no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede
o que ele pode dar de amor,
de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar,
o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo.

Esse queima como uma lâmpada triste,
cujo reflexo entristece também tudo em torno.

Ele é a angústia do mundo que o reflete.
Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção,
as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio,
semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.

Vinicius de Morares

Visita o nosso podcast e lá encontrarás o poema Sempre de Carlos Drummond de Andrade.

Sempre

Porque Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Porque Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe, não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto do seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade, Antologia Poética.

Amor

10 Abril 2008

Agora que já lemos o texto dramático de Almada Negreiros, Antes de Começar, deixo-vos uma das passagens mais belas.

Dá-me a tua mão!… que os nossos corações sejam a repetição um do outro como é justo!… que as tuas mãos me tragam festas, me tragam paz… paz que se ganha!… (Pausa.) Dá-me as tuas palavras!… essas que tu guardas… essas palavras que não morrem, nem se matam!… essas que lembram o mar… o mar que nunca pára… o mar que não se cansa… o mar que insiste… o mar que não se gasta.

O que pode mudar o mundo?

14 Fevereiro 2008

História de S. Valentim

10 Fevereiro 2008

A comemoração de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos Namorados, tem várias explicações possíveis – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.

A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, numa cidade do Império Romano chamada Terni, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o Papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.

Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II.
Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra.

Para contrariar esta situação, o imperador decretou que fossem proibidos todos os casamentos e noivados.

Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.

A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história.
Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo.
No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».

Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia.
Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas.
Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).

Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.

Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos.
Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX.
Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

(in sapo)

Para o dia de S. Valentim

10 Fevereiro 2008

MAIORES DE 14 ANOS (recomendação da autora)

Está à venda um livro “Namoro” de Graça Gonçalves, que segundo a autora “é um jogo que convida a partilhar pensamentos, sentimentos e anseios acerca do Amor. O Amor que, ao viver no Jardim das Emoções, se prepara, se conquista, se constrói. De que se cuida.”
Parece que também tem um jogo para ser jogado a pares ou em grupo.

“Atingiu-me a seta do cupido e senti dor tão diferente. Não a sinto quando estou contigo… Dói quando de mim estás ausente. ” – António Eco
Contém CD com poesia recitada por Vitor de Sousa e Catarina Avelar, música de Silvestre Fonseca e Poemas de António Eco.


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