Santo e Feliz Natal
23 Dezembro 2008
Na Paz e Alegria do Espírito Natalício e do Novo Ano que se avizinha, enviamos aos nossos amigos este postal cheio de Luz , da nossa Cidade de Barcelos.
Um Santo e Feliz Natal.
Biblioteca Digital
21 Dezembro 2008
Para os mais novos e não só, “a Biblioteca de Livros Digitais pretende também criar uma rede social. Aos registarem-se, os utilizadores poderão juntar-se como amigos e participar na secção Os Livros da Malta, onde cada um pode acrescentar algo no final de qualquer livro. “O livro passa a pertencer a alguém”, sugere Carlos Correia”.
Parabéns
18 Dezembro 2008
Parabéns ao10 alunos mais votados. Acredito que todos votaram de forma justa e responsável. Deixo, entretanto, uma palavra de incentivo e de reconhecimento a todos que, mesmo não sendo premiados, trabalham com dedicação.
Eis a lista dos mais votados:
1. Pedro Ribeiro
2. Ana Rita Duarte
3. Helena Costa
4. Sofia Vale
5. João André
6. Gabriel Vilas Boas
7. Diana Sá
8. Carla Enes
9. Ana Veloso
10. Sara Branco, Dulce Enes, Daniel Silva
Votação no melhor blogue
16 Dezembro 2008
Chegou a hora de elegeres o melhor blogue.
Vota, com justiça, nos 3 melhores blogues do 9.º ano.
Amanhã à noite, na Feira do Livro, serão premiados 10 dos que obtiverem mais votos.
Vota até às 14:00 horas do dia 17.
“Uraçá, o Índio Branco” de Deana Barroqueiro
14 Dezembro 2008
A escritora Deana Barroqueiro disponibilizou para os seus leitores o romance “Uraçá, o Índio Branco”.
Gostava muito que o lessem, pois vem de encontro ao programa de Língua Portuguesa e garanto-vos que vale mesmo a pena ler. Experimentem!
Ainda os Direitos Humanos
12 Dezembro 2008
Deana Barroqueiro
11 Dezembro 2008
“DEANA BARROQUEIRO é autora de numerosos romances inspirados em conhecidos personagens da História.
“Romances para os jovens? E adultos com espírito jovem? Acerca das aventuras dos navegadores Portugueses? Mas isso é um achado. Isso é melhor que pão… para os mais jovens comerem, quando, mesmo sem se interessar muito pela História, acabam por se interessar pelo romance, pela picardia, pela aventura. O pano de fundo é Portugal e o Mundo dos Séculos XV e XVI, para os quais foi feita pela autora “uma exaustiva pesquisa nas crónicas coevas”. Pelos vistos, e dando sequência ao que diz, “os aventureiros e descobridores portugueses assumem as proporções dos Indiana Jones e Skywalkers (que na realidade foram), embora respeitando os dados históricos conhecidos, na medida em que se escreve para um público preferencialmente do ensino secuA Deana Barroqueiro faz parte dondário e universitário mas também para adultos com espírito jovem.”
Um projecto a duas mãos
11 Dezembro 2008
Tomámos O Velho e o Mar, Ernest Hemingway – Educação Visual e Língua Portuguesa, e transformámos a palavra em traço e o adjectivo em cor.
Através da técnica de xilogravura, os alunos do 9.º Ano, Turma C, procuram atributos no livro de Hemingway. A primeira parte do trabalho consistiu em escolher as palavras e a partir daqui visualizar imagens, contextualizando-as com a história do livro. Posteriormente, e depois de os alunos elaborarem vários estudos, realizaram o trabalho final, que gravaram em placas de xilogravura. Por fim, imprimiram os trabalhos e fizeram alguns apontamentos de cor, com tinta acrílica.
“O velho era magro e seco, com profundas rugas na parte de
trás do pescoço. As manchas castanhas do benigno cancro da
pele que o sol provoca ao reflectir-se no mar dos trópicos
viam-se-lhe no rosto. As manchas iam pelos lados da cara
abaixo, e as mãos dele tinham as cicatrizes profundamente
sulcadas, que o manejo das linhas com peixe graúdo dá. Mas
nenhuma destas cicatrizes era recente. Eram antigas como
erosões num deserto sem peixes”.
p.11
“As nuvens por cima de terra erguiam-se agora como
serranias, e a costa era apenas uma longa linha verde com os
montes azuis-cinzentos por detrás. A água era agora de um
azul-escuro, tão escuro que era quase púrpura. Ao olhar para
o interior das águas via o vermelho peneirar do plâncton nas
águas sombrias e a estranha luz que o sol fazia”.
p.30
“Já não via a verdura da costa e apenas os topes das
montanhas azuis que pareciam brancas como se tivessem neve,
e as nuvens sobre elas, como altas montanhas nevadas. O mar
estava muito escuro, e a luz irisava-se nas águas. O sol
alto anulava as miríades de pontos do plâncton, e só aos
grandes prismas profundos na água azul agora ele via com as
linhas descendo na água que tinha uma milha de profundidade”.
Declaração Universal dos Direitos Humanos
9 Dezembro 2008
Comemora-se amanhã a da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Recordo o art. 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Morreu Alçada Baptista
7 Dezembro 2008
O escritor António Alçada Baptista morreu hoje. Nasceu em 1927 na Covilhã, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, tendo uma vasta obra literária publicada.
Este post é a minha forma de relembrar, para que da memória não se apague, este escritor português.
Encontrei uma frase que nos ajudará certamente a repensar algumas coisas da nossa vida.
“Acho que a grande criatividade é aquela que soubermos pôr nos nossos actos: fazer da nossa vida uma obra de arte: pôr na nossa vida a nossa individualidade mais identificada e com um verdadeiro sentido estético na relação com os outros e com o mundo, é a nossa grande criação”.
O Velho e o Mar, Ernest Hemingway
7 Dezembro 2008
Ver [aqui]
Tomámos O Velho e o Mar – Educação Visual e Língua Portuguesa, e transformámos a palavra em traço e o adjectivo em cor.
Através da técnica de xilogravura, os alunos do 9.º Ano, Turma C, procuram atributos no livro de Hemingway. A primeira parte do trabalho consistiu em escolher as palavras e a partir daqui visualizar imagens, contextualizando-as com a história do livro. Posteriormente, e depois de os alunos elaborarem vários estudos, realizaram o trabalho final, que gravaram em placas de xilogravura. Por fim, imprimiram os trabalhos e fizeram alguns apontamentos de cor, com tinta acrílica.
“O velho era magro e seco, com profundas rugas na parte de
trás do pescoço. As manchas castanhas do benigno cancro da
pele que o sol provoca ao reflectir-se no mar dos trópicos
viam-se-lhe no rosto. As manchas iam pelos lados da cara
abaixo, e as mãos dele tinham as cicatrizes profundamente
sulcadas, que o manejo das linhas com peixe graúdo dá. Mas
nenhuma destas cicatrizes era recente. Eram antigas como
erosões num deserto sem peixes”.
p.11
“As nuvens por cima de terra erguiam-se agora como
serranias, e a costa era apenas uma longa linha verde com os
montes azuis-cinzentos por detrás. A água era agora de um
azul-escuro, tão escuro que era quase púrpura. Ao olhar para
o interior das águas via o vermelho peneirar do plâncton nas
águas sombrias e a estranha luz que o sol fazia”.
p.30
“Já não via a verdura da costa e apenas os topes das
montanhas azuis que pareciam brancas como se tivessem neve,
e as nuvens sobre elas, como altas montanhas nevadas. O mar
estava muito escuro, e a luz irisava-se nas águas. O sol
alto anulava as miríades de pontos do plâncton, e só aos
grandes prismas profundos na água azul agora ele via com as
linhas descendo na água que tinha uma milha de profundidade”.
p. 34http://www.vuvox.com/presentations/0c62aedb9velho
Brooke Waggoner, Live for the sounds
5 Dezembro 2008
Live for the Sounds from Brooke Waggoner on Vimeo.
(in bookcrossingEBi)
Entrevista ao atleta paralímpico Alexandrino Silva
4 Dezembro 2008
Estas são algumas das questões a fazer ao atleta Alexandrino Silva. Se alguém quiser fazer alguma questão, terá aqui a oportunidade de a adicionar aos comentários.
Existe algum nome pelo qual gosta de ser chamado?
Qual o seu tipo de deficiência e o que a causou?
Houve alguém, em especial, que o ajudou mais a ultrapassar esta fase difícil da sua vida?
Qual era a sua profissão antes de sofrer o acidente?
Gostaria de voltar a poder exercer uma profissão?
Que modalidade pratica e a que classe pertence?
Qual foi a reacção dos seus amigos e familiares quando lhes disse que iria participar nos Jogos Olímpicos de 2008?
Recebeu alguma ajuda financeira do estado ou de outra entidade, para representar Portugal nos J.O?
Como são os seus treinos? Tem algum treinador?
Quantas horas treina por semana?
Quantos prémios ou medalhas já ganhou?
Há quanto tempo pratica este desporto?
Pratica mais algum desporto além do atletismo?
Porque motivo decidiu praticar atletismo e não outro desporto?
Recorda-se de algum episódio engraçado na sua vida desportiva?
Tem algum ídolo?
Qual foi a prova que mais gostou de realizar até hoje?
Quem influenciou mais na sua carreira?
Tem alguma superstição antes de entrar na pista?
Tem planos para o seu futuro desportivo?
Quer deixar alguma mensagem aos alunos?
Entrevista realizada pelas alunas do 9.º Ano, Turma B
Articulação entre o Núcleo do Ensino Especial e a disciplina de Língua Portuguesa.
Entrevista realizada por:
Catarina Gomes
Isabel Dias
Sandra Gonçalves
Fotografia:
Daniel Silva
Gabriel Vilas Boas
João Fernandes
Novo livro de J. K. Rowling
2 Dezembro 2008
No Verão passado, quando a saga Harry Potter terminou finalmente, uma onda de tristeza espalhou-se por miúdos e graúdos em todo o mundo. A história tinha chegado ao fim e Harry, Hermione e Ron não voltariam a entrar nas vidas dos leitores. Quinta-feira, esta ausência poderá ser, de certa forma, compensada com o lançamento de “Os Contos de Beedle, o Bardo”, o último livro de J. K. Rowling sobre o universo Harry Potter, cujos lucros reverterão para uma instituição de caridade.
Para os mais aficionados, é preciso alertar que não se trata de uma continuação das aventuras do jovem feiticeiro. “Os Contos de Beedle, o Bardo” é uma colecção de cinco contos de fadas que surge no último livro da saga, “Harry Potter e os Talismãs da Morte”, deixado por Dumbledore a Hermione. A única história revelada das cinco é “O Conto dos Três Irmãos”, crucial para a execução da última missão de Harry na sua demanda contra Lord Voldemort.
(in Público)
Restauração da Independência
1 Dezembro 2008
A Restauração da Independência é a designação dada à revolta iniciada em 1 de Dezembro de 1640 contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da dinastia filipina, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança. É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro.
D. Sebastião, um rei jovem e aventureiro, habituado a ouvir as façanhas das cruzadas e histórias de conquistas além-mar, quis conquistar o Norte de África em sua luta contra os mouros. Na batalha de Alcácer Quibir no Norte de África, os portugueses foram derrotados e D. Sebastião desapareceu. E os guerreiros diziam cada um a sua história. O desaparecimento de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica.
(in Wikipédia)









