Estatística
1 Julho 2009
Festa de Finalistas
28 Junho 2009
Parabéns pela organização da Festa de Finalistas! Desejo que possam concretizar os vossos sonhos, fazendo a melhores opções.
Agradeço, uma vez mais, todo o vosso empenho e dedicação ao longo destes três anos.
Certamente que o nosso trabalho nos enche de entusiasmo para prosseguirmos com outros projectos, sempre mais motivadores. Obrigado e até breve.
Critérios de Classificação de Língua Portuguesa
20 Junho 2009
Têm já acesso aos critérios de classificação da prova de exame. Podem agora ter uma perspectiva mais objectiva relativamente às vossas respostas que deram.
Vê aqui.
Relembro que necessito que façam a avaliação blogue. Não esqueçam, por favor!
Avaliação
14 Junho 2009
Há três anos iniciámos uma caminhada que agora termina. Quando olho para trás, recordo as caras de todos, ainda muito meninos e meninas na expectativa do que lhes reservava o novo professor de Língua Portuguesa.
Como vos disse logo nas primeiras aulas, estávamos a começar uma maratona e que precisaríamos de muito treino para conseguir atingir os nosso objectivos.
Recordam-se da primeira vez que vos falei do blogue? Certamente que sim!
Nessa altura falei-vos do projecto de criarmos um blogue.
Eis que chegamos ao momento de cada um de nós se pronunciar – com sinceridade - acerca dos contributos deste projecto.
Cada um de vós deve falar livremente. Sugiro, entretanto, alguns tópicos:
- O que aprendi?
- Aprendi só Língua Portuguesa?
- Que outras aprendizagens / competência desenvolvi graças ao blogue?
- Qual foi a minha maior aprendizagem?
- O que poderia ter funcionado melhor?
- Três palavras que caracterizam o meu trabalho no blogue.
Gostava ainda que reflectissem no seguinte:
- Pensas que te ajudou para o futuro? Se sim, em quê?
- Consideras que um projecto deste género seria importante no 10.º ano?
- Tens sugestões para outro tipo de trabalho, também com tecnologias, para o 10.º ano?
Estes são apenas alguns tópicos para estruturares o teu texto. Como sabes, nada te pode impedir de dizer o que pensas, o que sentes acerca deste projecto. Por favor, expressa com sinceridade a tua opinião.
Conto colaborativo
14 Junho 2009
A partir de um conto colaborativo, criado nas aulas de Língua Portuguesa e Português, pelos alunos do 3.º ciclo e secundário da Escola Básica Integrada de Vila Cova, elaborou-se um livro digital.
Observação: esta não é versão final do texto. Está ainda em fase de revisão.
Exames 2009
10 Junho 2009
No sentido de melhorar as condições de realização das provas de exame nacional, o Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) apresenta um conjunto de informações e de orientações que devem ser tidas em consideração pelos examinandos.
Sugerimos a consulta:
das informações relativas aos exames, onde se encontra a lista de material autorizado e que deve ser levado para cada exame;
- Língua Portuguesa – 9.º ano código 22 [PDF]
- Matemática – 9.º ano (NOVO – 14/01/09: Rectificação do ponto 5.) código 23 [PDF]
das instruções de realização das provas, reduzindo, assim, o tempo necessário para a sua leitura durante a realização dos exames;
das sugestões para exame, lista de procedimentos que deve adoptar antes e durante a realização das provas;
do calendário de exames.
Educação, Formação & Tecnologias
9 Junho 2009
É com muito gosto que divulgo o lançamento do 3.º número da revista “Educação, Formação & Tecnologias”. Podes encontrar neste número da revista diversos textos, focando variadas dimensões da integração das TIC na educação.
Visita o sítio – http://eft.educom.pt
Diferenças… para pensar
4 Junho 2009
“A coisa mais bonita do mundo, mais bonita do que a beleza, é a diferença.
Suponhamos que o leopardo é o animal mais bonito da terra. Mais bonito do que ver cem leopardos juntos é ver um leopardo rodeado de outros animais, feios ou bonitos. Bonito, bonito é um leopardo ao pé de um ornitorrinco, um ornitorrinco ao pé de um flamingo, um flamingo ao pé de um crocodilo. É por isso que a ideia da Arca de Noé é tão comovente. Noé não escolheu os animais mais bonitos, nem os mais úteis, nem os mais fortes. Escolheu dois de cada espécie, não porque tivessem alguma qualidade particular, mas por serem diferentes dos demais.
Ser diferente é uma qualidade só por si. Só por ser diferente tem de ser defendido. Acontece, porém que vivemos num tempo igualitário, unificador e racionalista em que as diferenças que ainda existem tendem a ser abolidas”.
Miguel Esteves Cardoso «O Sabor Está na Diferença»
Expressão escrita (II)
4 Junho 2009
- ACONTECIMENTO BOMBÁSTICO
Um grande, inesperado e insólito caso ocorreu nesta escola… Imagina-o cheio de pormenores quase inexplicáveis!
Adoptando uma posição de narrador não-participante, prepara-te para narrar esse acontecimento. Deves ter presente que a tua missão é a de um implacável detective, cuja missão é descobrir esse estranho caso ocorrido na nossa escola.
Relembro que ter presente as categorias da narrativa pode ajudar para redigires o teu texto. Sublinho ainda que o processo de escrita deve obedecer à planificação, redacção e revisão textual.
2. PLANETA TERRA EM PERIGO
Já não é novidade nenhuma para ninguém: o planeta Terra está mergulhado em ondas de poluição que vão devastando tudo o que encontram. O grande problema é que as soluções implicam uma viragem radical no modo de pensar das pessoas, o que não é possível num curto espaço de tempo! E a Terra está a morrer aos poucos.
Escreve uma carta na qual apelas à consciência das pessoas para que parem de destruir o único local que temos para viver.
Deves naturalmente ter presente a estrutura da carta.
Expressão escrita
3 Junho 2009
Há pessoas que nos rodeiam que são diferentes. E essa diferença não está só na forma de vestir, na personalidade, ou no carácter… essa diferença pode ser mais profunda e manifestar-se no aspecto físico ou mental da pessoa que vive ao nosso lado.
É a partir daqui que deves narrar, num texto bem estruturado, um caso de uma pessoa que conheças portadora de uma diferença profunda. Deves adoptar a perspectiva de narrador principal da história. (Não esqueças de analisar a situação sempre numa perspectiva em que tu és essa pessoa diferente).
Tem presente a fase da planificação, redacção e verificação do texto. (180 a 240 palavras).
Como foi o Concurso Nacional da Leitura
3 Junho 2009
No dia 30 de Maio ocorreu a semifinal do Concurso Nacional de Leitura. Consistia em 3 provas. A primeira era responder correctamente, com Verdadeiro ou Falso, a uma afirmação acerca das obras lidas (”O Fogo e as Cinzas” de Manuel da Fonseca; “Diário de Anne Frank” de Anne Frank; “A História Interminável” de Michael Ende). Na segunda prova foi-nos dado um cartão com um excerto de um dos livros. Depois da leitura, foi-nos pedido a identificação do autor e da obra da qual o excerto fora retirado. O júri, constituído por 4 elementos, estava encarregue da pontuar a leitura. Cada um atribuiu aos concorrentes uma pontuação de 0 a 20 pontos, em função da correcção da leitura, dicção, expressividade e correcta identificação da obra e autor. Na terceira e última prova, com uma palavra que aparecia aleatoriamente no ecrã, os concorrentes tinham de escrever uma frase, num minuto, relacionada com o conteúdo de uma das obras, em que essa palavra entrasse obrigatoriamente. Novamente o júri pontuou cada frase. Os pontos acumulados das 3 provas definiram os 12 melhores concorrentes do Ensino Básico e os 12 melhores concorrentes do Ensino Secundário, dos 72 alunos que participaram ao todo.
No dia seguinte, 31 de Maio, ocorreu a final. Duas das provas da fase anterior mantiveram-se: leitura e expressão e escrita e criatividade. Na terceira prova cada concorrente dispunha de 30 segundos para argumentar sobre um livro (de entre os propostos pelo Concurso) e convencer o público a lê-lo. Mais uma vez o júri pontuava. Os 6 melhores do Ensino Básico e os 6 melhores do Ensino Secundário passavam para a Finalíssima.
(Este texto foi escrito pela Helena. Falta acrescentar que a Helena só foi eliminada no acesso à final).
Boa Sorte, Helena!
30 Maio 2009
As provas da Final Nacional do Concurso Nacional de Leitura realizam-se nos dias 30 e 31 de Maio de 2009 em Lisboa.
A final nacional do Concurso será transmitida pela RTP.
Desejamos-te muitas felicidades, Helena!
Produção escrita
28 Maio 2009
Um dia de férias, numa grande viagem de comboio que te aventuraste fazer, ficas surpreendido com a chegada de uma rapariga cega que se senta ao teu lado.
Depois das apresentações iniciais, narra uma história que a rapariga te contou e, ao mesmo tempo, vai descrevendo o que vês dentro e fora da carruagem.
Bom trabalho!
Recursos Expressivos
24 Maio 2009
A Sara construiu um mapa conceptual, o qual sintetiza muito bem os recursos expressivos.
Vejam aqui.
Frases Subordinadas
24 Maio 2009
Contos de Eça de Queirós
24 Maio 2009
Webquest – língua portuguesa
21 Maio 2009
Uma vez que têm demonstrado grande sentido de empatia por este recurso, solicito que coloquem todas a webquest que considerarem úteis para o nosso estudo.
Devem colocar um título e logo a seguir o endereço na caixa de comentários.
Trabalhos-síntese
21 Maio 2009
Estão de parabéns todos quanto colaboraram na realização dos trabalhos-síntese.
Por isso, e para facilitar a pesquisa, sugiro que deixem na caixa de comentários o vosso nome e a matéria que abordaram.
Obrigado!
O poder da vírgula
20 Maio 2009
O poder da vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere. Não espere.
Pode fazer desaparecer o teu dinheiro. 23,4 € 2,34 €
Pode ser autoritária. Aceito, obrigado. Aceito obrigado.
Pode criar heróis. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.
E vilões. Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar. Não tenha clemência! Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo…
“Há quase meio século que se usam radiotelescópios para tentar ouvir mensagens de uma outra civilização inteligente algures no Universo. Mas, se descobrirmos outra inteligência, o que teríamos para lhes dizer?”
Este é um projecto lançado pela EarthSpeaks, do Instituto SETI (sigla em inglês de Procura de Vida Inteligente Extraterrestre).
O desafio que proponho é que construam um texto tendo por base o tema acima apresentado.
A Internet é a “mãe de todas as bibliotecas”
15 Maio 2009
“Os principais inimigos dos livros são “os homens, que os queimam, censuram, encerram em bibliotecas inacessíveis e condenam à morte os seus autores. E não, como se ouve, a Internet”. São palavras do escritor italiano, Umberto Eco , em entrevista hoje publicada no jornal “La Stampa “.
Para o autor de “O Nome da Rosa “, “a Internet ensina os jovens a ler e serve para vender imensos livros”, defendendo, por isso, uma colaboração estreita entre as novas tecnologias e o mercado editorial, nomeadamente através da produção de livros electrónicos.
“Até hoje nunca usei um ‘e-book’, mas se tivesse de transportar dez mil páginas, usava-os com muita satisfação. Para ler um romance já não sei.”, afirma.
Eco, Prémio Príncipe das Astúrias em 2000, assegura que o livro electrónico pode atrair novos leitores, e dá como exemplo um pirata informático que começou a ler “D. Quixote de la Mancha “, de Miguel de Cervantes , graças a um e-book.
Para o escritor italiano, a Internet é a “mãe de todas as bibliotecas”.
Fernando Pessoa
10 Maio 2009
Dos quatro poemas de Fernando Pessoa, selecciona um deles e correlaciona-os com um dos episódios que estudámos de “Os Lusíadas” . Podes apresentar o trabalho por escrito e/ou utilizar alguma das ferramentas digitais que utilizamos.
Plano de trabalho:
1. Análise formal do poema e interpretação;
2. Análise do episódio de “Os Lusíadas”;
3. Síntese comparativa;
4. Reflexão acerca dos Descobrimentos (aspectos positivos, aspectos negativos…).
O Horizonte
Ó mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
‘Splendia sobre as naus da iniciação.
Linha severa da longínqua costa -
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp’rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte -
Os beijos merecidos da Verdade.
O Mostrengo
O mostrengo que está no fundo do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: “Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?”
E o homem do leme disse, tremendo:
“El-Rei D. João Segundo!”
“De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?”
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
“Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?”
E o homem do leme tremeu, e disse:
“El-Rei D. João Segundo!”
Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
“Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!”
O Infante
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Mar Português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Livro Digital
7 Maio 2009
Vejam o trabalho do João Costa da Rafaela Rodrigues do Pedro Ribeiro João Fernandes e da Sofia Vale.











